Leiam abaixo, trecho de uma matéria sobre o último julgamento do criminoso Fernandinho Beira-Mar:
"Preso há quase 12 anos, o traficante Fernandinho Beira-Mar começou a cursar teologia (grifo meu) dentro do presídio federal de Catanduvas, cidade situada no oeste do Paraná. Em interrogatório dentro de seu julgamento em que é acusado em mandar matar três pessoas, Beira-Mar afirmou que começou a fazer o curso à distância, e lamentou o fato de não poder trabalhar dentro da prisão. (Fonte: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2013/03/12/fernandinho-beira-mar-admite-crimes-nao-sou-santo/)"
Estudante de teologia e, talvez num futuro não muito distante, pastor evangélico.
Tenho a certeza que este dedicado seminarista é seguidor de, pelo menos, duas vertentes teológicas:
a Teologia da Libertação - dele e de seus comparsas da jaula, é óbvio; e
a Teologia da Prosperidade - enriquecer às custas de vidas ceifadas pelos seus crimes.
Já não bastam, os Macedos, os Malacraias, os Felicianos.
Aguardem. Em breve, teremos o Pr. Beira-Mar.
"A cidade suíça de Genebra, debaixo da influência de Calvino, tornou-se um refúgio para o qual os protestantes podiam se abrigar livres de perseguição e era um local onde eles aprendiam e equipavam-se como missionários e reformadores para o envio ao serviço do Evangelho".
quarta-feira, 13 de março de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Esquerda Brasileira X Deputado Feliciano
Não concordo com as asneiras que o Sr Marco Feliciano (note que preferi usar o S ao invés do P) preferiu de púlpito ou no Twitter, mas o que a esquerda brasileira juntamente com as chamadas minorias tem feito é uma tremenda palhaçada.
Não vou escrever mais, poie acho que o post do Reinaldo Azevedo diz tudo o que eu diria. Dê uma lida, pois achei muito interessante e esclarecedor o que ele escreveu:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/comissao-de-direitos-humanos-racismo-homofobia-e-muita-conversa-mole-ou-a-marcha-dos-intolerantes/
Soli Deo Gloria
Não vou escrever mais, poie acho que o post do Reinaldo Azevedo diz tudo o que eu diria. Dê uma lida, pois achei muito interessante e esclarecedor o que ele escreveu:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/comissao-de-direitos-humanos-racismo-homofobia-e-muita-conversa-mole-ou-a-marcha-dos-intolerantes/
Soli Deo Gloria
terça-feira, 5 de março de 2013
O Ódio do Mundo por Deus
Após um
longo período calado no “Genebra Brasileira” (e no “Morando em London”), devido
à minha monografia de final de curso, resolvi escrever algumas poucas palavras
hoje.
Nunca tive
conta no Orkut, no Facebook, Twitter ou outra qualquer rede social. Apenas meus
blogs. No entanto, há poucas semanas resolvi abrir uma conta no Google+,
rendendo-me aos inúmeros emails que recebo indicando possíveis amigos que me
acompanhariam. Abri a conta e comecei a seguir os The Economist, Financial
Times, Veja, Época, dentre outros bons meios de divulgação. Estava ainda na fase
experimental, quando surgem na mídia duas bombas: a abdicação papal e a
entrevista do Malafaia.
Isso foi o
suficiente para a Igreja entrar na berlinda midiática das redes sociais. Os
anti-católicos levantaram novamente a questão tão propalada da pedofilia
praticada por alguns padres; e os anti-evangélicos, é claro, desceram o sarrafo
nas besteiras do Silas, incluindo todos os protestantes no mesmo saco. Escutei
tudo, ou melhor, li tudo com paciência cristã. No entanto, ontem, lendo sobre a
cura de um bebê soropositivo, vi os comentários de um aidético espiritual,
falando mal dos cristãos sem mais nem menos; uma simples postagem de um irmão
sobre a maravilha que Nosso Senhor fez naquela vidinha curada foi o suficiente
para o sujeito chamar todos os crentes em Cristo de ignorantes e outras coisas
mais. Minha paciência foi a “zero” , mas me controlei e ao invés de responder
ao ignorante que mal sabia se expressar, resolvi acabar com minha conta.
Acredito que qualquer resposta da minha parte àquele framenguista (pelo menos tem uma foto sua com a camisa desse time)
seria um péssimo testemunho cristão, além de jogar pérolas aos porcos.
E ainda bem
que terminei com a conta ontem. Hoje, foi veiculada uma matéria sobre o desenho
do peixe, símbolo da Igreja primitiva na cabeça (ou careca) do goleiro Jefferson,
do Fogão. O TJD-RJ quer julgá-lo pelo desenho que “desrespeita” as normas da
FIFA (instituição honradíssima) sobre
propaganda religiosa em campo. Com certeza se fosse o desenho de uma folha de
maconha, uma estrela de Davi ou algum ícone gay, não haveria o menor problema,
mas como é um desenho que lembra a Igreja, aí é “demais” para se tolerar, é “um
desrespeito à liberdade religiosa das demais pessoas”.
Bem, e o
que podemos apreender disso tudo. Vejamos em João 15:18-19: “Se o mundo vos odeia,
sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se vós fósseis do
mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos
escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia”.
O mundo é
recalcitrante no pecado e tem ÓDIO de Deus. Esse ódio se materializa através do
pecado; e pecamos por meio de pensamentos, palavras, atos ou omissões. No caso
dos salvos, o pecado é ainda praticado, mas o Santo Espírito que habita em seus
corações os convence de seus erros e da necessidade de buscar o perdão Paterno.
No entanto no caso dos não regenerados, o ódio por Deus continua em seus
corações.
Dos não
salvos, poucos têm a coragem de admitir seu ódio por Deus como o caso dos ateus
convictos, para quem “Deus não passa de uma farsa ou de uma alucinação coletiva
de uns loucos ignorantes”. Aliás essa classe de seres humanos se intitulam os sábios
do universo, seguidores dos grandes cientistas e, obviamente ignoram que houve
e há grandes cientistas cristãos, como Isaac Newton e Blaise Pascal.
Assim, como
Deus não existe em suas mentes “que brilham” e, obviamente, só se pode odiar
aquilo que existe, eles transferem para sua única agência na Terra, o
sentimento de seus corações. Dessa forma, a Igreja, o corpo do Nosso Senhor
Jesus, vira alvo do ódio do mundo. Como o mundo não tem como atacar diretamente
Deus (por ser humanamente impossível), ele ataca Sua querida noiva”. A Igreja,
seus membros e suas instituições viraram
alvo de zombaria, da crítica destrutiva e de ações na justiça das democracias
ocidentais.
É simples
de entender e para honra e glória do santo nome do Nosso Deus, temos que passar
por isso.
Não vou
fazer nenhuma predição escatológica, associando o fato com o Fim dos Tempos,
afinal, esse ódio sempre houve e sempre haverá até a vinda gloriosa de Nosso
Senhor, mas a cada dia a mídia vem ajudando ostensiva e impunemente o trabalho
do inimigo, afinal a mídia é do mundo e o mundo jaz no maligno.
Para piorar
tudo, o mundo conta, ainda, com os inimigos internos que colaboram para
aumentar o sentimento anti-cristão do mundo. Malacraias, Felicianos, Macedos e
outros mais engrossam a “coluna Prestes” dentro da Igreja, ajudando o inimigo
em seu trabalho incessante. Mas para eles, tenho outra passagem: Jr 23.15.
Soli Deo
Gloria
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Messiah no Royal Albert Hall
Simplesmente, F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O!!!
Essa noite, estive no Albert Hall, um dos Opera Houses mais tradicionais de Londres (desde 1871) para assistir o "Messiah" de Händel. O teatro estava lotado (devia haver cerca de 7 mil pessoas) e o concerto levou cerca de 2h30min.
O Messiah narra a vida de Jesus Cristo, desde a anunciação profética, nascimento, ministério, morte, ressurreição até a Sua segunda vinda gloriosa, marcada na obra pelo coro Hallelujah.
Seguindo a tradição européia, exatamente na hora que o coral inicia o canto do Hallelujah, todos os expectadores se levantam, ficando de pé durante o decorrer do coro.
A tradição diz que durante a primeira exibição da obra em Londres, no século XVIII, no momento do coral, o rei da Inglaterra ficou de pé em respeito à presença de um Rei maior, JESUS, e obviamente, todos se levantaram também. Essa tradição é repetida até hoje na Europa e tive a oportunidade de ver in loco essa prática.
Mais ainda fantástico, pois era um coral (na verdade, 3 corais) com mais de 500 vozes.
Finalmente, fecho essa postagem dando graças a Deus por essa oportunidade que tive de assistir essa obra grandiosa dedicada a Ele: Soli Deo Gloria.
sábado, 10 de novembro de 2012
Salmo 131 - Calma em Deus
"1. Ó ETERNO, não sou arrogante; não ando de nariz empinado. Não me intrometo com as coisas que não conheço nem corro atrás de coisas grandiosas demais”.
2. Mantive os pés no chão, cultivei um coração tranquilo. Como o bebê aconchegado nos braços da mãe, assim minha alma está satisfeita.
3. Espere em Deus, Israel. Aguarde com esperança. Espere agora. Espere Sempre!"
Neste Salmo, Davi exprimiu seu profundo sentimento de confiança no Senhor com uma simples, clara e, contudo, profunda oração. Ele expressa a confiança de um relacionamento pessoal íntimo com Deus.
No primeiro versículo, há uma tríplice negação de orgulho: no coração, nos olhos e nas ações.
O salmista traçou um belo quadro do perfeito relacionamento e da confiança de que ele desfrutava em Deus. Ele não era como uma criança que ainda não tivesse sido desmamada, facilmente perturbada pela fome.
2. Mantive os pés no chão, cultivei um coração tranquilo. Como o bebê aconchegado nos braços da mãe, assim minha alma está satisfeita.
3. Espere em Deus, Israel. Aguarde com esperança. Espere agora. Espere Sempre!"
Neste Salmo, Davi exprimiu seu profundo sentimento de confiança no Senhor com uma simples, clara e, contudo, profunda oração. Ele expressa a confiança de um relacionamento pessoal íntimo com Deus.
No primeiro versículo, há uma tríplice negação de orgulho: no coração, nos olhos e nas ações.
O salmista traçou um belo quadro do perfeito relacionamento e da confiança de que ele desfrutava em Deus. Ele não era como uma criança que ainda não tivesse sido desmamada, facilmente perturbada pela fome.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Comissão da Verdade vai discutir atuação de igrejas no regime militar
(Por Agência Brasil (pais@oglobo.com.br) | Agência O Globo)
BRASÍLIA - A Comissão Nacional da Verdade criou um grupo de trabalho para analisar o papel das igrejas Católica e da evangélica durante o regime militar (1964-1985). A primeira reunião será na quinta-feira , em São Paulo. O grupo pretende aprofundar as discussões sobre a atuação que as igrejas e os religiosos tiveram tanto na resistência ao regime militar quanto na colaboração com a repressão.
O trabalho do grupo será todo desenvolvido com a assessoria de pesquisadores autônomos e da sociedade civil especializados em ciências da religião, história e sociologia. No primeiro encontro, eles apresentarão os temas de pesquisa e farão o planejamento da agenda de trabalho para os próximos meses. A coordenação dos trabalhos é do professor Paulo Sérgio Pinheiro, membro da comissão.
Na próxima semana, entre os dias 16 e 18, a Comissão Nacional da Verdade terá atividades no interior do Pará para averiguar questões referentes à Guerrilha do Araguaia, ocorrida no período de 1960 a 1970. Um dos temas será a análise sobre a atuação na guerrilha da etnia Suruí, que atualmente vive na Terra Indígena Sororó. Há controvérsias sobre o assunto apesar de existir informações sobre a exploração de indígenas desse grupo pelos militares.
Não satisfeita em perseguir os militares, a Esquerda Brasileira coloca as Igrejas como seus próximos alvos. Na verdade, isso já era esperado, haja vista que o plano deles é desconstruir todas as Instituições que são basilares na sociedade nacional, substituindo por aquelas já alcançadas por seus tentáculos, incluindo-se ai, as igrejas que se venderam para o atual regime.
Vale a pena esperar para ver o próximo passo.
O pior de tudo, é que há cristãos que gostam do vermelho...
Que Deus tenha piedade de nós brasileiros.
domingo, 21 de outubro de 2012
Como LEWANDOWSKI julgaria HITLER - Autoria desconhecida
Não sei qual é a fonte, mas trata-se de uma sátira aos acontecimentos recentes da nossa história."Senhores, não existem filmes, fotos, nem testemunhas de Hitler abrindo registro de gás em campos de concentração, nem apertando o botão de uma Bomba V2 apontada para Londres, pilotando um caça Stuka, dirigindo um tanque Panzer, disparando um torpedo de um submarino classe U-Boat sobre seu comando a navegar no Atlântico ou mesmo demonstrando habilidades no manuseio de um canhão antiaéreo Krupp, manipulando uma metralhadora MP40, uma pistola Walther P-38 ou simplesmente dirigindo um jipe Mercedez Benz acompanhado do general Von Rommel pelos desertos do norte da África.Por isso, parece claro que não existe nada a incriminá-lo. Com certeza, ele não sabia de nada. Não via nada. A oposição diz que foram queimados documentos incriminatórios importantes, mas nada, absolutamente nada foi comprovado, apenas evidenciou-se a existência de cinzas e destroços por todos lados que somente foram trazidos com a chegada dos americanos e russos que não fazem parte da peça de acusação do proceso entregue pelo "Parquet"; o Sr. Procurador.Afinal, ele seria apenas um Chanceler e presidente do Partido Nazista; ou seja, ele não passava de um mequetreque. Jamais foi pego, ou mesmo visto transportando armamentos debaixo dos braços (tipo pão francês) ou carregando pacotes de dinheiro nas cuecas.Alguns relatos que citavam seu nome eram meros registros de co-réus, como alguns membros da Gestapo, os quais, por conseguinte, carentes de confiabilidade. Outros relatos são de inimigos figadais - os denominados "Países Aliados" e assim longe de merecerem qualquer relevância para serem tomadas como fundamentos de acusação.Alguns o acusam de ter invadido Paris e desfilado sob o Arco do Triunfo. Esta é mais uma acusação inventiva dos opositores. Ele apenas foi visitar seu cordial amigo o General De Gaule que infelizmente havia viajado para o sul da França. Ele então, teria apenas aproveitado a sua viagem para passear e fazer compras na Avenue de Champs Elisé com seus amigos. Qualquer outra conclusão é mera ilação ou meras conjecturas que atentam a qualquer inteligência mediana. Por aí vemos que nada contribui para a veracidade das acusações.Não afasto a possibilidade dele ser o suposto mentor intelectual, mas nada, repito, nada consubstancia essa hipótese nos autos. E olha que procurei em mais de 1 milhão e 700 mil páginas em 10.879 pastas do processo.E não podemos esquecer que ele foi vítima de diversos atentados que desejavam sua morte, articulados pela mídia e pelas potentes e inconformadas forças conservadoras. Seus ministros como Goebels, Himmiler, Rudolf Hess e outros também nada sabiam. Eram coadjuvantes do NADA; sem nenhuma responsabilidade de "facto".O holocausto, em que pesoas de diversas racas e etinias, talvez tenham tido um suicídio coletivo ao estilo do provocado há anos nos EUA pelo pastor Jim Jones. É, ainda hoje, um tema controverso. Assim trago aos pares, como contraponto, a tese defendida pelo filósofo muçulmano Almanidejah que garante a inexistência de tal desgraça da humanidade.Assim -já estou me dirigindo para encerrar meu voto Sr. Presidente- afirmando acreditar que todos eles foram usados, trapaceados por algum aloprado tesoureiro de um banco alemão que controlava financeiramente a tudo e a todos; especialmente os projetos políticos e as doação corruptivas. E tudo em nome da realização de um plano maquiavélico individual de domínio total que concebeu e monitorava do porão da sua pequenina casa nos Alpes."Enfim, depois de exaustivas e minuciosas vistas nos autos, especialmente nos finais de semana, trago aos pares novos dados que peço ao meu colaborador Adolfo para distribuir a todos. Depois desta minha "assentada" declaro a improcedência da ação, inocentando por completo o réu por falta de provas. É como voto, Sr. Presidente."Qualquer semelhança não é mera coincidência.
sábado, 13 de outubro de 2012
MORANDO EM LONDON
Hoje, após exatos 3 meses morando no Reino Unido,
resolvi escrever algumas coisas e postar em um blog (MORANDO EM LONDON - http://morandoemlondon.blogspot.co.uk/).
Não pretendo relatar histórias nem experiências aqui; isso
fica por conta do blog da minha esposa, Rita (Mudei pra Londres! - http://mudeipralondres.blogspot.co.uk/).
Estou escrevendo fatos interessantes e caricatos; críticas e elogios ao "British way of life" e, logicamente, comparar com o que vivemos no Brasil. Acho, até que é uma obrigação minha mostrar o que temos de melhor e, infelizmente, o que temos de pior em relação aos outros, para que, possamos VOTAR CORRETAMENTE e melhorarmos, assim, nossas vidas.
Estou escrevendo fatos interessantes e caricatos; críticas e elogios ao "British way of life" e, logicamente, comparar com o que vivemos no Brasil. Acho, até que é uma obrigação minha mostrar o que temos de melhor e, infelizmente, o que temos de pior em relação aos outros, para que, possamos VOTAR CORRETAMENTE e melhorarmos, assim, nossas vidas.
Não sou, nem tenho a intenção de ser "politicamente
correto". Se tiver que criticar, vou fundo. Se alguém não gostar, procure
outro blog; mas caso goste, faça seus comentários que serão bem-vindos.
Best regards,
Nelson Calmon
Best regards,
Nelson Calmon
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Trânsito do Planeta Vênus - 2012
Vênus realizou na noite de terça-feira (5/JUN) e madrugada de quarta-feira
(6/JUN) a passagem diante do Sol, fenômeno que só voltará a acontecer dentro
de 105 anos. O observatório Solar Dynamics Observatory (SDO) registrou o
momento em mais de seis horas de imagens captadas em vídeo, que foi
divulgado pela Nasa. O último trânsito de Vênus entre o Sol e a Terra
aconteceu em 2004 e nenhum fenômeno foi verificado em todo o século 20.
Fonte: UOL Notícias
Fonte: UOL Notícias
Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
SALMO 19: 1-7
Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e
as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o
sol, o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho. Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.
A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.
Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo. Nos céus ele armou uma tenda para o sol,
que é como um noivo que sai de seu aposento, e se lança em sua carreira com a alegria de um herói.
Sai de uma extremidade dos céus e faz o seu trajeto até a outra; nada escapa ao seu calor.
Salmos 19:1-6
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Você sabe o que está acontecendo de fato no seu país?
Vou postar abaixo o link para um vídeo sobejamente visto nos últimos dias, circulando pela internet, que é o posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr., da Primeira Igreja Batista de Curitiba, sobre as próximas eleições. Se você não viu, veja. Se já viu, reflita sobre o assunto com os olhos voltados para a Palavra do SENHOR e com o coração cheio do Seu Espírito.
Quero deixar claro que, absolutamente, não acredito que o outro candidato à Presidência seja muito melhor que a favorita; mas estou certo que ela é a pior para o país, para as famílias e para a pregação do Evangelho no Brasil.
Assista e reflita:
Sobre lobos e cordeiros - Rubens Alves
O destino da democracia se decide no momento da sua fundação. Se os lobos são eleitos para estabelecer as regras do jogo, será inútil que as ovelhas que os elegeram berrem depois, ao serem transformadas em churrasco. Pois os lobos, que elas elegeram como seus representantes para fazer as leis, escreveram como lei: “É direito dos lobos comer ovelhas”. Não existe caso em que os lobos tenham, democraticamente, aberto mão dos direitos que eles mesmos estabeleceram. As ovelhas são as culpadas de sua desgraça. Foram elas que, pelo voto, deram poder aos lobos.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Carta aos meu amigos - Rev. AGEU MAGALHÃES
Caros amigos,
As linhas que escrevo agora são fruto de muita reflexão e oração. Há semanas venho ensaiando escrever isto e o mero desejo de meu coração tornou-se uma necessidade de minha consciência. Muitos de nós têm acompanhado de perto o desenvolvimento de questões ligadas à vida e à família em nossa nação. Sem dúvida alguma, nestas questões a sociedade brasileira tem trilhado no caminho da impiedade por conta de um governo que, além de permitir a iniqüidade, em muitos casos a apóia.
Antes de continuar, deixe-me dizer que, como a Bíblia instrui, oro pelo presidente da República e por seu governo. Mais do que orar, nutro admiração pelo nosso presidente. Sua história de pobreza no sertão nordestino e sua ascensão ao cargo mais alto da nação é algo que me fascina. Sempre votei no Lula. Sendo eu filho de um bravo nordestino, metalúrgico e ligado ao sindicato, então, logo simpatizei com a figura do nosso presidente. Todavia, como pastor presbiteriano, não posso me calar diante das iniqüidades que seu governo tem cometido e que ainda pretende cometer em nossa nação. Exponho a partir de agora quais são estas iniqüidades:
1. Erotização de nossas crianças
O Governo Federal, através dos Ministérios da Saúde e da Educação, tem produzido material com imoralidade para ser distribuído aos nossos filhos sob o pretexto de educação sexual. Veja por si mesmo nos links abaixo:
O Governo Federal, que deveria ser o guardião da educação de nossos filhos é hoje quem mais os encaminha para a imoralidade sexual.
A Bíblia diz: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele". (Provérbios 22.6). Deus vai cobrar do atual governo o que ele tem feito na educação de nossas crianças.
2. Incentivo ao homossexualismo
No dia 14/05/2009 o Governo Federal lançou o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). O plano é formado por 51 diretrizes que têm o objetivo de influenciar todos os segmentos da sociedade com a filosofia homossexual. O Governo Federal é o maior patrocinador do movimento homossexual no Brasil. Veja os links abaixo:
Em paralelo a estas ações de expansão de incentivo ao homossexualismo, o Governo também trabalha na aprovação do Projeto de Lei 122/2006, apelidado de "lei da mordaça", que pretende criminalizar a discordância ao Homossexualismo. Se aprovado, o projeto atentará contra a liberdade de expressão prevista em nossa constituição e permitirá ao Estado punir qualquer indivíduo que demonstrar discordância quanto à prática homossexual.
A Bíblia diz: "Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável" (Levítico 20.13). "Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." (Romanos 2.24-27)
3. Defesa do aborto
Em Setembro de 2007 o PT aprovou seu apoio à legalização do aborto:
Em 2008 a Fiocruz, instituição vinculada ao Ministério da Saúde, liberou R$ 80 mil para a filmagem do vídeo "O fim do silêncio", que mostra depoimentos de mulheres que abortaram seus filhos e defendem a descriminalização da prática. A diretora Thereza Jessouroun diz, na reportagem, ter idealizado o roteiro ao ouvir declarações do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a favor da descriminalização do aborto. De acordo com ela, o projeto se materializou após a abertura do edital da Fiocruz, cuja direção é nomeada pelo ministro. Veja notícia do Jornal O Globo abaixo:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/04/filme-reacende-polemica-em-torno-do-aborto-587883773.asp
Por ser o PT oficialmente favorável ao aborto, em Setembro de 2009 ele puniu dois deputados federais por serem contrários à posição abortista: Veja a matéria abaixo:
Além disso, o novo Programa Nacional de Direitos Humanos, assinado pelo presidente em Dezembro/2009, defende a legalização do aborto, o que gerou manifestações de grupos contrários ao aborto em todo o país:
Diante destes fatos que atentam contra a família, a vida e contra nossas crianças, torno pública minha intenção de voto: Votarei pela não continuidade deste governo.
Quem me conhece sabe que nunca misturei política com ministério, todavia, creio que o momento é grave e necessita de um posicionamento dos líderes religiosos. Todo cristão deve atentar para o que está acontecendo e manifestar o repúdio às iniqüidades deste governo por meio do seu voto. Não podemos deixar que as iniqüidades continuem.
Conclamo você, meu amigo, a continuar orando pelas nossas autoridades, a orar pelas eleições que se aproximam e a votar conscientemente, não escolhendo aqueles que praticam a impiedade. Termino com alguns versículos:
“Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a iniqüidade e maquinam o mal! À luz da alva, o praticam, porque o poder está em suas mãos.” Miquéias 2.1
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” Isaías 5.20
“... se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. 2 Crônicas 7.14
Rev. Ageu Cirilo de Magalhães Jr.
Pastor Presbiteriano
Fonte: Blog RESISTÊNCIA PROTESTANTE (http://resistenciaprotestante.blogspot.com/)
domingo, 9 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
A Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e a Fundação Cacique Cobra Coral
1°) A Fundação: A Fundação Cacique Cobra Coral foi criada para intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza. Fundada por Ângelo Scritori e tendo a frente sua filha Adelaide Scritori também médium que incorpora o espírito e mentor Cacique Cobra Coral que também já teria sido de Galileu Galilei e Abraham Lincoln. Ângelo Scritori, morreu aos 104 anos, no ano de 2002.
2º) O Contrato:
3º) A Análise: se mesmo com o contrato com essa "fundação", que afirma ter poderes para intervir na natureza, o Rio de Janeiro está passando pelas enchentes que assistimos pela mídia, podemos chegar a uma das seguintes hipóteses:
Um – a fundação é uma "armação" criada para ganhar subsídios provenientes de nossos impostos; ou
Dois – essa médium e seu "guia" são uns grandes charlatões; ou
Três – a Prefeitura não quitou suas dívidas com a Fundação; ou
Quatro – todas as respostas anteriores.
4°) A Conclusão: fico com a alternativa "Quatro" e peço a Deus que tenha misericórdia do povo carioca que está sofrendo por causa do descaso absoluto dos governos que, ainda, contratam charlatões e "espíritos" para não fazerem o que eles tinham que fazer.
Soli Deo Gloria
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
PRIMEIRO MANIFESTO INTERNACIONAL CONTRA O COMUNISMO
Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual.
Notalatina - O Notalatina apresenta hoje uma importantíssima petição, uma decisão talvez inédita no mundo, que pede a condenação do comunismo por crimes de lesa-humanidade. Ela foi elaborada em Praga, por importantes pessoas que sofreram na carne a brutalidade criminosa deste regime e está encabeçada pelo ex-presidente da República Tcheca, Václav Ravel. O documento é todo tão bem elaborado e com indicações de links tão importantes, que resolvi traduzi-lo por inteiro.
Já há algum tempo o presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, vem mostrando seu absoluto rechaço a tudo o que significou para o seu país o domínio soviético, então, derrubou monumentos, trocou nomes de ruas, praças e edificações, e em seu lugar colocou o de mártires ou ilustres escritores.
Agora este movimento contra o comunismo chega ao Parlamento Europeu com bastante representatividade. É salutar, portanto, que também apoiemos esta decisão. Eu assinei, porém ainda somos poucos - meu número foi o 4.130 - e é importante que se chegue aos milhares, para mostrar ao mundo que ninguém agüenta mais esta ideologia assassina que só trouxe miséria, destruição e mortes brutais por onde passou. Acredito que uma petição desta envergadura não pode circunscrever-se aos países do Leste Europeu mas a todos aqueles que se solidarizam com suas vítimas, que condenam com veemência este genocídio e que também não desejam ver em seus países mais sangue inocente derramado por criminosos psicopatas desta estirpe. Lembrem-se de Cuba e a Venezuela aqui do nosso lado, pois nós também corremos este risco, como todos sabem.
Fiquem com Deus e até a próxima!
Tradução e comentários: G. Salgueiro
A Declaração de Praga condena o comunismo por crimes contra a humanidade:
O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do Mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como o imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de um certo terrorista denominado Che Guevara. A Declaração de Praga quer acabar com essa impunidade do comunismo.
Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão
mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.
Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.
Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.
Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:
Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a morte por fome de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de Paracuellos del Jarama. A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão
mas, ao contrário, os lugares do horror comunista na URSS ou na China são quase desconhecidos.
Pouco a pouco se vai quebrando essa impunidade intelectual. Em abril passado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual se propunha a adoção do dia 23 de agosto como o dia do pacto entre Hitler e Stalin, pelo qual ambos os ditadores repartiam o Leste Europeu, como o Dia da Lembrança das Vítimas dos Totalitarismos.
Em Praga, cidade que sofreu os totalitarismos nazista e comunista, surgiu o projeto da Declaração de Praga. Nela se exorta autoridades e cidadãos europeus a criar o Instituto da Memória e Consciência da Europa que informe e investigue o comunismo e o nazismo, e um museu pan-europeu das vítimas de todos os regimes totalitários. Como afirmam seus criadores, não haverá uma Europa unida se não for capaz de antes unificar sua história e reconhecer o comunismo e o nazismo como movimentos responsáveis por genocídios.
Convidamos nossos leitores a ler a Declaração de Praga e a assiná-la. Aqui há a parte essencial de seu conteúdo:
DECLARAÇÃO DE PRAGA
Tendo em conta o futuro digno e democrata de nossa comum pátria européia,
- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;
- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;
- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;
- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;
- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;
- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;
- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;
- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;
- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;
- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;
- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;
- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;
- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;
- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;
- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;
- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;
- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;
- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,
Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,
Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,
- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,
- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,
- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,
- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,
- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,
- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.
- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,
- Considerando que as sociedades que esquecem seu passado carecem de futuro;
- Considerando que a Europa não se unirá a menos que seja capaz de unificar sua história, de reconhecer o comunismo e o nacional-socialismo como um legado comum e de conseguir um debate sincero e profundo sobre todos os crimes totalitários do século passado;
- Considerando que a ideologia comunista é diretamente responsável por crimes contra a humanidade;
- Considerando que a má consciência que se deriva do passado comunista é uma pesada carga para o futuro da Europa e para nossos filhos;
- Considerando que diferentes valorações do passado comunista ainda podem dividir a Europa em Ocidente e Oriente;
- Considerando que a unidade européia foi uma resposta direta às guerras e à violência causada pelos sistemas totalitários no continente;
- Considerando que a consciência dos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos regimes comunistas em todo o continente deve informar a todas as mentes européias, na mesma medida que os crimes do regime nacional-socialista;
- Considerando que existem similitudes entre o nacional-socialismo e o comunismo no que se refere a seus caráter horrível e espantoso, e a seus crimes contra a humanidade;
- Considerando que os crimes do comunismo ainda necessitam ser avaliados e julgados desde os pontos de vista jurídico, moral e político, assim como do ponto de vista histórico;
- Considerando que tais crimes foram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado, que utilizam o terror como método para preservar o poder dos Governos que o aplicaram;
- Considerando que a ideologia comunista foi utilizada como uma ferramenta em mãos de imperialistas na Europa e na Ásia para alcançar seus planos expansionistas;
- Considerando que muitos dos autores que cometem e cometeram crimes em nome do comunismo ainda não foram levados ante a justiça, e suas vítimas ainda não foram indenizadas nem satisfeitas;
- Considerando que o objetivo de proporcionar informação completa sobre o passado totalitário comunista, que conduza a uma compreensão mais profunda e ao debate é uma condição necessária para a futura integração de todas as nações européias;
- Considerando que a reconciliação definitiva de todos os povos europeus não é possível sem um esforço potente para estabelecer a verdade e para restaurar a memória;
- Considerando que o passado comunista da Europa deve ser tratado a fundo, tanto na academia como ao público em geral, e as gerações futuras devem ter fácil acesso à informação sobre o comunismo;
- Considerando que em diferentes partes do mundo só uns poucos regimes totalitários comunistas sobrevivem, porém que, todavia, oprimem aproximadamente a um quinto da população mundial, e ainda se aferram ao poder cometendo delitos e impondo um alto custo para o bem-estar de seus povos;
- Considerando que em muitos países, apesar de que os partidos comunistas já não estão no poder, não se distanciaram publicamente dos crimes dos regimes comunistas nem os condenaram;
- Considerando que Praga é um dos lugares que sofreu tanto com o nazismo quanto com o comunismo,
Estando convencidos de que os milhões de vítimas do comunismo e suas famílias têm direito a desfrutar da justiça, da solidariedade, da compreensão e do reconhecimento de seus sofrimentos da mesma forma que as vítimas do nazismo foram moral e politicamente reconhecidos,
Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência européia e o comunismo,
- Ante a Resolução do Parlamento Europeu sobre o sexagésimo aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, em 8 de maio de 1945, de 12 de maio de 2005,
- Ante a Resolução 1.481 da Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa, de 26 de janeiro de 2006,
- Ante as resoluções sobre os crimes comunistas adotadas por vários Parlamentos nacionais,
- Ante a experiência da Comissão pela Verdade e a Reconciliação na África do Sul,
- Ante a experiência dos Institutos da Memória e os Memoriais na Polônia, Alemanha, Eslováquia, República Checa, Estados Unidos, o Instituto para a Investigação de Crimes Comunistas na Romênia, os museus da ocupação da Lituânia, Letônia e Estônia, assim como a Casa do Terror na Hungria,
- Ante as presidências atuais e futuras na UE e no Conselho da Europa.
- Ante o fato de que 2009 é o vigésimo aniversário da queda do comunismo na Europa Central e Oriental, assim como dos assassinatos em massa na Romênia e no massacre da Praça de Tianamen em Pekin,
Pedimos:
1. Chegar a um entendimento entre todos os europeus de que os regimes totalitários nazista e comunista devem ser julgados por seus próprios méritos terríveis, por ser destrutivo em suas políticas de maneira sistemática na aplicação das formas extremas de terror, da supressão de todos os direitos civis e das liberdades humanas, começando pelas guerras de agressão e, como uma parte inseparável de suas ideologias, o extermínio e a deportação de nações inteiras e grupos de população, e que como tais devem ser considerados os principais desastres que frustraram o século 20,
2. O reconhecimento de que muitos crimes cometidos em nome do comunismo devem ser qualificados como crimes de lesa-humanidade, de modo que constituam uma advertência para as gerações futuras da mesma maneira que os crimes nazistas foram julgados pelo Tribunal de Nüremberg,
3. A formulação de um enfoque comum a respeito dos crimes dos regimes totalitários, incluídos os regimes comunistas, e uma versão européia dos crimes comunistas, a fim de definir claramente uma atitude comum frente aos crimes dos regimes comunistas,
4. A introdução de uma legislação que permita aos tribunais de justiça julgar e condenar os culpados pelos crimes comunistas e compensar as vítimas do comunismo,
5. A garantia do princípio de igualdade de tratamento e não-discriminação entre as vítimas de todos os regimes totalitários,
6. A pressão européia e internacional para a condenação efetiva dos crimes do passado comunista e da luta eficaz contra os crimes comunistas em curso,
7. O reconhecimento do comunismo como parte integrante e horrível da história comum da Europa,
8. A aceitação por toda a Europa da responsabilidade pelos crimes cometidos pelo comunismo,
9. O estabelecimento de 23 de agosto, dia da assinatura do pacto Hitler-Stalin, conhecido como o Pacto Molotov-Ribbentrop, como um dia de lembrança das vítimas dos regimes totalitários nazista e comunista, do mesmo modo que a Europa recorda as vítimas do Holocausto em 27 de janeiro,
10. A reclamação aos Parlamentos nacionais para que reconheçam os crimes comunistas como crimes contra a humanidade, e modifiquem a legislação pertinente,
11. O debate público sobre o mal uso comercial e político dos símbolos comunistas,
12. A continuação das audiências da Comissão Européia com respeito às vítimas dos regimes totalitários, com vistas à elaboração de uma comunicação da Comissão,
13. O estabelecimento de comitês compostos por experts independentes nos Estados europeus que foram governados por regimes comunistas totalitários, com a tarefa de recolher informação sobre violações dos direitos humanos sob cada regime comunista totalitário em nível nacional, com o fim de colaborar estreitamente com o Conselho de Comitê de experts da Europa,
14. A elaboração de um claro marco jurídico internacional em relação a um acesso livre e irrestrito aos arquivos que contêm informação sobre os crimes do comunismo,
15. A fundação de um Instituto Europeu da Memória e da Consciência, que teria duas funções:
A) a de um instituto europeu dedicado à investigação dos estudos do totalitarismo, o desenvolvimento de projetos científicos e educacionais e o apoio à criação de redes de institutos de investigação nacionais especializados no tema da experiência totalitária,
B) e a de um museu memorial de âmbito europeu das vítimas de todos os regimes totalitários, com o objetivo de recordar as vítimas destes regimes e de dar a conhecer os crimes cometidos por eles,
16. A organização de uma conferência internacional sobre os crimes cometidos pelos regimes comunistas totalitários, com a participação de representantes de governos, parlamentares, acadêmicos, experts e associações, cujos resultados devem ser difundidos no mundo inteiro,
17. O ajuste e a revisão de livros de texto de história européia, para que as crianças possam aprender e ser advertidas sobre o comunismo e seus crimes, da mesma forma que se lhes ensinou a compreender os crimes nazistas,
18. A abertura de um amplo e profundo debate em toda a Europa sobre a história européia e a herança comunista,
19. A comemoração conjunta do 20º aniversário no próximo ano da queda do Muro de Berlim, do massacre da Praça Tianamen e da matança na Romênia.
Nós, os participantes da Conferência de Praga Consciência Européia e o Comunismo, nos dirigimos a todos os povos da Europa, a todas as instituições políticas européias, inclusive os Governos e os Parlamentos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Européia, o Conselho da Europa e outros órgãos internacionais pertinentes, e os exortamos a abraçar as idéias e as propostas enunciadas nesta Declaração de Praga, e a convertê-las em medidas práticas e políticas.
Fonte: Mídia sem Máscara - http://www.midiasemmascara.org
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sábado, 26 de dezembro de 2009
FÉ x PÓS-MODERNIDADE
Esse texto é o resumo de uma aula, ministrada por mim, na Igreja Presbiteriana Independente Central de Brasília, em 2004 e na Igreja Presbiteriana do Grajaú, em 2009.
Fé X Pós-modernidade
A Era da Modernidade e o Iluminismo:
O século XVIII é também chamado de século das luzes. A origem de todo esse movimento de nome iluminismo começou na França. Esse termo iluminismo está relacionado com esclarecimento, porque para os iluministas, os homens da Idade Média viviam nas “trevas da ignorância”. Além disso, eles consideravam o homem como o produto do meio no qual vive, da sociedade e da educação.
Na era anterior, a educação estava sob o controle da igreja. Isto não era bem visto pelos novos pensadores, os iluministas, pois para eles a igreja tornava a sociedade ignorante, fanática e submissa.
Aquele século mudou a maneira de pensar. O objetivo desses filósofos era a busca da felicidade. Eles eram contra a injustiça, intolerância religiosa e a concentração de privilégios nas mãos de poucos.
Para os iluministas a razão era importante para os estudos dos fenômenos naturais e sociais. De certa forma, eles eram Deístas, ou seja, acreditavam em Deus. Entretanto essa divindade agiria indiretamente nos homens, através das leis naturais – nada mais que isso. Assim, não tardou que o Iluminismo provocasse impacto dentro da Igreja, especialmente na área de estudos bíblicos e da interpretação das Escrituras. Teólogos, influenciados pelo humanismo racionalista do Iluminismo, adotaram diversas posturas em sua interpretação, dentre as quais:
1. Rejeição do sobrenatural e da revelação; e
2. Leitura da Bíblia controlada pela razão.
Na era anterior, a educação estava sob o controle da igreja. Isto não era bem visto pelos novos pensadores, os iluministas, pois para eles a igreja tornava a sociedade ignorante, fanática e submissa.
Aquele século mudou a maneira de pensar. O objetivo desses filósofos era a busca da felicidade. Eles eram contra a injustiça, intolerância religiosa e a concentração de privilégios nas mãos de poucos.
Para os iluministas a razão era importante para os estudos dos fenômenos naturais e sociais. De certa forma, eles eram Deístas, ou seja, acreditavam em Deus. Entretanto essa divindade agiria indiretamente nos homens, através das leis naturais – nada mais que isso. Assim, não tardou que o Iluminismo provocasse impacto dentro da Igreja, especialmente na área de estudos bíblicos e da interpretação das Escrituras. Teólogos, influenciados pelo humanismo racionalista do Iluminismo, adotaram diversas posturas em sua interpretação, dentre as quais:
1. Rejeição do sobrenatural e da revelação; e
2. Leitura da Bíblia controlada pela razão.
Surgimento das filosofias pós-modernistas:
A segunda metade do século XX assistiu a um processo sem precedentes de mudanças na história do pensamento e da técnica. Ao lado da aceleração avassaladora nas tecnologias de comunicação, de artes, de materiais e de genética, ocorreram mudanças paradigmáticas no modo de se pensar a sociedade e suas instituições.
De modo geral, as críticas apontam para as raízes da maioria dos conceitos sobre o Homem e seus aspectos, constituídas no século XV e consolidadas no século XVIII. A Modernidade surgida nesse período é criticada em seus pilares fundamentais, como a crença na Verdade, alcançável pela Razão, e na linearidade histórica rumo ao progresso. Para substituir esses conceitos, são propostos novos valores, menos fechados e dogmáticos que serviriam de base para o período que se tenta anunciar - no pensamento, na ciência e na tecnologia - de superação da Modernidade. Seria, então, o primeiro período histórico a já nascer batizado: a pós-modernidade.
Este fenômeno cultural e social tornou-se notável, após a queda do Muro de Berlin, em 1989 e com o insucesso dos modelos econômicos, dos organismos internacionais e da ciência em resolver os problemas mais agudos do planeta. A seguir, veremos os aspectos que mais influenciam o cotidiano e a Igreja de Cristo.
A segunda metade do século XX assistiu a um processo sem precedentes de mudanças na história do pensamento e da técnica. Ao lado da aceleração avassaladora nas tecnologias de comunicação, de artes, de materiais e de genética, ocorreram mudanças paradigmáticas no modo de se pensar a sociedade e suas instituições.
De modo geral, as críticas apontam para as raízes da maioria dos conceitos sobre o Homem e seus aspectos, constituídas no século XV e consolidadas no século XVIII. A Modernidade surgida nesse período é criticada em seus pilares fundamentais, como a crença na Verdade, alcançável pela Razão, e na linearidade histórica rumo ao progresso. Para substituir esses conceitos, são propostos novos valores, menos fechados e dogmáticos que serviriam de base para o período que se tenta anunciar - no pensamento, na ciência e na tecnologia - de superação da Modernidade. Seria, então, o primeiro período histórico a já nascer batizado: a pós-modernidade.
Este fenômeno cultural e social tornou-se notável, após a queda do Muro de Berlin, em 1989 e com o insucesso dos modelos econômicos, dos organismos internacionais e da ciência em resolver os problemas mais agudos do planeta. A seguir, veremos os aspectos que mais influenciam o cotidiano e a Igreja de Cristo.
Principais aspectos da pós-modernidade:
1. Tolerância - complacência para com as ações de outros quanto à política, sexo, religião, raça, gênero, valores morais e atitudes pessoais, a ponto de nunca se externar sua própria opinião de forma a contradizer o ponto de vista dos outros. É aqui que entra o conceito de “politicamente correto”. Significa aquilo que é aceitável como correto na sociedade onde se vive.
A tolerância pode afetar a interpretação da Bíblia levando as pessoas a interpretá-la a partir do conceito de “politicamente correto”. Evita-se qualquer leitura, interpretação ou posicionamento que venha a ser ofensivo à sociedade ou comunidade a que se ministra. Por exemplo, textos que anunciam o pecado da homossexualidade. (1Sm 2: 27-29)
1. Tolerância - complacência para com as ações de outros quanto à política, sexo, religião, raça, gênero, valores morais e atitudes pessoais, a ponto de nunca se externar sua própria opinião de forma a contradizer o ponto de vista dos outros. É aqui que entra o conceito de “politicamente correto”. Significa aquilo que é aceitável como correto na sociedade onde se vive.
A tolerância pode afetar a interpretação da Bíblia levando as pessoas a interpretá-la a partir do conceito de “politicamente correto”. Evita-se qualquer leitura, interpretação ou posicionamento que venha a ser ofensivo à sociedade ou comunidade a que se ministra. Por exemplo, textos que anunciam o pecado da homossexualidade. (1Sm 2: 27-29)
2. Inclusivismo - resultado do multiculturalismo do mundo pós-moderno. Significa repartir o poder com as minorias anteriormente oprimidas pelas estruturas de poder, como negros, gays, mulheres e
raças minoritárias, excluindo qualquer juízo de valor em termos morais, religiosos e de justiça. Em algumas denominações históricas, verifica-se a liberdade de ordenação de ministros gays. (1Rs 11:3-5)
3. Relativismo - rejeita o conceito defendido pela modernidade de que existam verdades absolutas e fixas. Toda verdade é relativa e depende do contexto social e cultural em que as pessoas vivem. Cada um percebe a verdade de sua própria forma. Não há “verdade”, mas sim “verdades” que não se contradizem, mas se complementam. Isso inclui verdades religiosas. Conceitos como “Deus” são totalmente relativos. A única “inverdade” que existe é alguém insistir em que existe verdade fixa e absoluta! Essa característica vai de encontro com a Verdade que reside em Cristo e em sua Palavra. O relativismo acaba por minar a credibilidade em qualquer forma de interpretação que se proponha como a correta, além de individualizar a verdade. Cada pessoa tem sua verdade e ninguém pode alegar que a sua é superior à dos outros. Portanto, ninguém pode ter a pretensão de converter outros à sua fé. (Jo 14:6)
4. Pluralismo - defende o relacionamento de pessoas com ideologias diferentes, sem que uma tenha de sujeitar suas convicções ao domínio da outra. O pluralismo religioso, por sua vez, prega o abandono da “arrogância” teológica do cristianismo, nega que exista verdade religiosa absoluta, e exalta a experiência religiosa individual como critério último para cada um.
O pluralismo religioso defende uma nova teoria missiológica, onde não mais se prega a necessidade de conversão de outras religiões ao cristianismo, e sim a cooperação entre todas as religiões, naquilo que têm em comum. O pressuposto é que o cristianismo não é o único caminho para Deus, embora seja o melhor, e que Deus está agindo salvadoramente no âmbito de outras religiões, como as religiões orientais. (2Co 6:14)
5. Pragmatismo: Hedonismo e Imediatismo – as idéias humanas eram verdadeiras se funcionassem ou fossem úteis para resolver problemas (imediatismo). As pessoas passam a orientar as suas decisões em função daquilo que mais satisfaz as suas necessidades ou lhes dá prazer (hedonismo). Religião dos resultados. Os crentes passam a ser clientes da igreja e consumidores das bênçãos do sagrado. (1Pe 3:15)
A Igreja na onda da pós-modernidade:
Assistimos na igreja da pós-modernidade desânimo, cansaço e perplexidade, haja vista a influência das filosofias atuais no seu seio e o “esquecimento” da verdadeira razão de nossa fé. Algumas causas:
1. o cristianismo fundamentalista com seus cronogramas apocalípticos falidos e sua teologia deturpada e irracional;
2. o cristianismo social com sua Teologia da Libertação derrubada com o Muro de Berlin; e
3. o cristianismo neo-pentecostal e sua Teologia da Prosperidade com crescimento itinerante.
Assistimos na igreja da pós-modernidade desânimo, cansaço e perplexidade, haja vista a influência das filosofias atuais no seu seio e o “esquecimento” da verdadeira razão de nossa fé. Algumas causas:
1. o cristianismo fundamentalista com seus cronogramas apocalípticos falidos e sua teologia deturpada e irracional;
2. o cristianismo social com sua Teologia da Libertação derrubada com o Muro de Berlin; e
3. o cristianismo neo-pentecostal e sua Teologia da Prosperidade com crescimento itinerante.
Conclusão:
A pós-modernidade apresenta à Igreja problemas e oportunidades imensas. Para superar os problemas e aproveitar as oportunidades, precisamos do discernimento do Espírito e da compaixão de Cristo. Por isso, o primeiro desafio da Igreja na pós-modernidade é ser fiel à Palavra que deve ser pregada e ensinada mesmo que seja politicamente incorreta. Nossa postura deve ser sim, biblicamente correta.
Para tal a igreja deve ser sensível ao mundo, aos seus problemas e necessidades. Não devemos nos fechar numa casca, mas nos abrir ao mundo. É ter a Bíblia numa mão e o jornal na outra.
Como povo de sacerdotes de Deus, discernindo a vontade de Deus e sendo solidários com os pecadores, atuaremos no mundo como testemunhas de Jesus Cristo, pregando com a Palavra e com o testemunho de nossas vidas, para a honra de nosso Deus.
A pós-modernidade apresenta à Igreja problemas e oportunidades imensas. Para superar os problemas e aproveitar as oportunidades, precisamos do discernimento do Espírito e da compaixão de Cristo. Por isso, o primeiro desafio da Igreja na pós-modernidade é ser fiel à Palavra que deve ser pregada e ensinada mesmo que seja politicamente incorreta. Nossa postura deve ser sim, biblicamente correta.
Para tal a igreja deve ser sensível ao mundo, aos seus problemas e necessidades. Não devemos nos fechar numa casca, mas nos abrir ao mundo. É ter a Bíblia numa mão e o jornal na outra.
Como povo de sacerdotes de Deus, discernindo a vontade de Deus e sendo solidários com os pecadores, atuaremos no mundo como testemunhas de Jesus Cristo, pregando com a Palavra e com o testemunho de nossas vidas, para a honra de nosso Deus.
Soli Deo Gloria
Nelson Calmon
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Heresias de "A CABANA"
Alguns meses atrás, uma irmã, membro de uma igreja presbiteriana, aconselhou-me a ler o livro "A Cabana" do escritor canadense William Paul Young. Antes de começar a ler, verifiquei alguma resenhas do livro, li e ouvi várias referências elogiosas à obra, incluindo a de diversos pastores de nossa denominação. No entanto, cheguei a ler algumas resenhas contrárias ao livro, confrontando o que está escrito em suas páginas com o que está escrito nas Palavra de Deus.
Desisiti de ler o livro por inteiro e fui nas páginas onde se concentram as heresias mais marcantes. Li e concordei com os autores das críticas, dos quais destaco o post abaixo, de autoria do irmão Leonardo Galdino, do Recife-PE.
Leiam e tirem suas próprias conclusões, mas sempre com a mente voltada para as Escrituras e debaixo da iluminação do Espírito Santo:
Heresias escondidas dentro de uma cabana.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A Igreja Evangélica é Legitimadora da Corrupção - HENRIQUE MORAES ZILLER
Transcrevo este artigo do irmão Henrique M. Ziller, não só porque concordo com ele na íntegra, mas também para que mais evangélicos possam ler e entender a situação na qual a igreja brasileira está inserida.
Que Deus nos abençoe e tenha misericórdia de todos nós.
Nelson Calmon
A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.
Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.
Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.
Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.
Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.
Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.
À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.
1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.
2. A Igreja não pode deixar de fazer ação social, mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola
a Nação.
a Nação.
3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.
4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso, a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.
5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica
Brasileira.
Brasileira.
Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se participe delas.
* Henrique Moraes Ziller é membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Audito Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e o controle.
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