sábado, 26 de dezembro de 2009

Heresias de "A CABANA"


Alguns meses atrás, uma irmã, membro de uma igreja presbiteriana, aconselhou-me a ler o livro "A Cabana" do escritor canadense William Paul Young. Antes de começar a ler, verifiquei alguma resenhas do livro, li e ouvi várias referências elogiosas à obra, incluindo a de diversos pastores de nossa denominação. No entanto, cheguei a ler algumas resenhas contrárias ao livro, confrontando o que está escrito em suas páginas com o que está escrito nas Palavra de Deus.
Desisiti de ler o livro por inteiro e fui nas páginas onde se concentram as heresias mais marcantes. Li e concordei com os autores das críticas, dos quais destaco o post abaixo, de autoria do irmão Leonardo Galdino, do Recife-PE. 
Leiam e tirem suas próprias conclusões, mas sempre com a mente voltada para as Escrituras e debaixo da iluminação do Espírito Santo:
Heresias escondidas dentro de uma cabana.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A Igreja Evangélica é Legitimadora da Corrupção - HENRIQUE MORAES ZILLER

Transcrevo este artigo do irmão Henrique M. Ziller, não só porque concordo com ele na íntegra, mas também para que mais evangélicos possam ler e entender a situação na qual a igreja brasileira está inserida.

Que Deus nos abençoe e tenha misericórdia de todos nós.

Nelson Calmon


A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.

Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.

Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.

Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.

Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.

Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.

À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.

1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.

2. A Igreja não pode deixar de fazer ação social, mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola
a Nação.

3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.

4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso,  a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.

5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica
Brasileira.

Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se participe delas.

* Henrique Moraes Ziller é  membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Audito Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e o controle.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mês da Reforma - Acúmulo de Heresias na Igreja Romana pré e pós-Reforma

ANO 310: Reza pelos defuntos
ANO 320: Uso de velas
ANO 375: Culto dos Santos
ANO 394: Instituição da Missa
ANO 431: Culto à virgem Maria
ANO 503: Doutrina do Purgatório

ANO 606: Bonifácio III se declara Bispo Universal "Papa"

ANO 709: Obrigatoriedade de beijar os pés do "Papa"

ANO 754: Doutrina do poder temporal da Igreja
ANO 783: Adoração das imagens e relíquias
ANO 850: Uso da Água Benta
ANO 890: Culto a São José (Protodolia)

ANO 993: Canonização dos Santos

ANO 1074: Celibato Sacerdotal
ANO 1076: Dogma da infalibilidade da Igreja

ANO 1090: Invenção do Rosário

ANO 1184: Instituição da Santa Inquisição
ANO 1215: Criou-se a confissão auricular
ANO 1220: Adoração da hóstia (Corpus Christi)
ANO 1229: Proibição da leitura da Bíblia
ANO 1316: Instituição da reza da "Ave Maria"
ANO 1415: Eliminação do vinho na comunhão


ANO 1517: Reforma Protestante (31/10/1517)


ANO 1546: Doutrina que equipara a tradição à Bíblia
ANO 1546: Introdução dos livros apócrifos

ANO 1854: Dogma da imaculada concepção de Maria

ANO 1864: Condenação da separação da Igreja do Estado
ANO 1870: Dogma da infalibilidade Papal
ANO 1908: Pio X anula matrimônios efetuados sem sacerdote romano

ANO 1950: Dogma da "Presença Real de Maria no Céu" (Ascensão de Maria)

domingo, 4 de outubro de 2009

MARCHANDO POR QUEM?

Um mês depois de retornarem dos Estados Unidos, onde estavam detidos havia mais de dois anos, o casal Estevam e Sonia Hernandes foi recebido por ninguém menos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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sábado, 3 de outubro de 2009

Homenagem ao professor da ESCOLA DOMINICAL

O terceiro domingo de setembro foi a data reservada pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) para a comemoração do Dia da Escola Dominical. Nessa ocasião li o texto abaixo, contido na publicação "SAF em revista", da IPB, edição de OUT/NOV/DEZ-2009, e resolvi postá-lo, não só como uma homenagem aos irmãos, colegas neste Ministério, mas também, como uma exortação a todos nós professores da Escola Dominical de qualquer denominação cristã, com relação aos deveres e obrigações que temos no exercício dessa árdua, mas bela tarefa:

Professor da escola dominical, você...

Tem o dom de Deus - Efésios 4.11

Tem o Mestre como exemplo - João 13.15

Tem o privilégio de influenciar gerações – Provérbios 22.6

Tem o desafio de ser modelo - 1Coríntios 11.1

Receberá maior juízo – Tiago 3.1

Tem um instrumento vivo e eficaz - 2Timóteo 3.16

É íntegro e reverente – Tito 2.7

Fala da sã doutrina – Tito 2.1

Esmera-se no que faz – Romanos 12.7b


(Adaptado do original de Maria Cristina do Vale Gomes

publicado no "Noticioso da SAF" – IP de Fortaleza)


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Efésios 4.11: "E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres".

João 13.15: "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também".

Provérbios 22.6: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele".

1Coríntios 11.1: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo".

Tiago 3.1: "Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo".

2Timóteo 3.16: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".

Tito 2.7: "Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência".

Tito 2.1: "Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina".

Romanos 12.7b: "ou o que ensina esmere-se no fazê-lo".

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ORAÇÕES

de Ulrich Zwinglio:
“Misericordioso Deus, Pai Celeste, já que tua palavra é uma vela e uma lâmpada que esta aí para iluminar o nosso caminho, pedimos-te que por Cristo, a verdadeira luz, queiras abrir e iluminar a nossa mente, e assim, possamos compreender a tua palavra em sua clareza e pureza.”

de Martinho Lutero:
“Eterno Deus, Pai do Nosso Senhor Jesus Cristo, concede-nos tua graça para que pesquisemos diligentemente as Sagradas Escrituras, e que nelas busquemos e achemos a Jesus Cristo e que por Ele tenhamos a vida eterna.”

sábado, 11 de julho de 2009

"Amazing Grace"

Depois de um curto tempo na Marinha Britânica, John Newton iniciou sua carreira como traficante de escravos. Certo dia, durante uma de suas viagens, o navio de Newton foi fortemente afetado por uma tempestade. Momentos depois que ele deixou o convés, o marinheiro que tomou o seu lugar foi jogado ao mar e, por isso ele próprio guiou a embarcação pela tempestade. Mais tarde ele comentou que durante naquela ocasião sentiu quão frágil e desamparado eles estavam e concluiu que somente a Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento. Incentivado por esse acontecimento e pelo que havia lido no livro, "Imitação de Cristo" de Tomás de Kempis, ele resolveu abandonar o tráfico de escravos, convertendo-se ao Cristianismo, o que o levou a compor a canção "Amazing Grace" (Maravilhosa Graça).

Veja Il Divo cantando "Amazing Grace" em:

http://link.brightcove.com/services/player/bcpid1785324681?bclid=1338935106&bctid=1913313052